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O restaurante dos irmãos e chefs Javier e Sergio Torres, referência de gastronomia espanhola em São Paulo, chegou ao Rio em julho de 2009. O menu inclui uma gama de tapas quentes e frias, ícones da cozinha espanhola, como a paella, e pratos típicos de comfort food — um contraponto às opções mais arrojadas do cardápio —, como a posta de bacalhau em emulsão de azeite e alho e o leitão crocante com maçãs. No menu tradicional, iguarias como tartar de atum com abacate ou de vieiras com beterraba; lagostins com consomê de aspargos e arroz negro meloso com lagostim e lula. O menu curto é uma oportunidade de provar cinco pratos diferentes: duas entradas, dois pratos principais e uma sobremesa. O menu longo, por sua vez, conta com oito pratos, que são criados na hora pelos chefs - mas só pode ser pedido se todos à mesa o fizerem.

NO VÍDEO, veja como é feito o doce com trufas El Bosque.



Tipo de restaurante: Espanhol
Horário de Funcionamento: Terça a quinta, das 19h à meia-noite; sexta, das 13h às 16h e das 20h à 1h; sábado, das 13h às 17h e das 20h à 1h; domingo, das 13h às 23h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Reserva: Sim.
Acesso para deficiente: Sim.
Manobrista: Sim.
Estacionamento: Sim.
Espaço para fumantes: Sim.



Miniatura eñeAvenida Prefeito Mendes de Moraes, 222 Hotel InterContinental São Conrado Rio de Janeiro - RJ
http://www.enerestaurante.com.br
21  3322-6561  
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Fernando Frazão eñe


Tadeu Brunelli eñe


Hudson Pontes eñe


Divulgação eñe


Fábio Seixo eñe




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Foi um amigo querido (tão querido que quase foi marido), filho de espanhóis e amante do bem comer e beber, quem me ligou avisando: “A adega do eñe tem preciosidades, rótulos que nunca encontrei em nenhum outro lugar do Rio”. O moço tinha razão (e olha que nem sempre ele tem): para quem curte vinhos espanhóis, uma investida no restaurante de São Conrado é obrigatória. Além disso, a cozinha da casa é excepcional. Come-se e bebe-se ali o melhor da Espanha.

Até desconfio de casas que funcionam sob consultoria de chefs renomados, que comandam as casas de longe. A prática é comum no mundo todo. O nome do francês Alain Ducasse, por exemplo, aparece em duas dezenas de restaurantes mundo afora. Mas são operações difíceis, que podem funcionar ou serem o mais desastroso dos desastres.
No caso da filial daqui, felizmente salvaram-se todos, nós e eles. A dupla espanhola Sergio e Javier Torres, com restaurantes em Barcelona e Sampa, mostrou, em um ano de Rio, que o eñe carioca está sob controle. Talvez porque volta e meia os dois estejam na cozinha. Quando não é um, é outro. E ninguém sabe quem é quem. São gêmeos.

Entre goles de cava Don Román Brut (R$ 63), do rosado Copa Real (R$ 68), da vinícola Martinéz Bujanda, da região de Castilla La Mancha, e do blanco Pirineos Mesacho (R$ 90), da região de Somontano, nos deliciamos com tartar de vieiras com calda de beterraba (R$ 26), pimientos del piquillo (pimentão típico de Navarra, ligeiramente defumado e recheado com bacalhau, R$ 24) e as adoráveis patatas bravas (batatinhas com recheio picante, R$ 19). Dividimos depois o conchi crujiente, leitãozinho que passa 12 horas no forno, leva um choque térmico e chega à mesa se desmanchando (R$ 56). Entremeamos com um Rioja, o Sierra Cantabria Crianza (R$ 140, mas a carta trazia exemplares bem mais baratos). Valeu o investimento, a noite e, principalmente, escutar um velho amigo. Salud!





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