terça-feira, setembro 29, 2009

Keb

Keb:

Primeira kebaberia do Rio de Janeiro, o Keb abriu as portas em janeiro de 2009, coladinho ao Koni Store, no Baixo Leblon. A proposta da loja se assemelha ao bem-sucedido projeto da temakaria vizinha: ambiente pequeno e moderno, com decoração clean e comida rápida. O festejado chef Felipe Bronze é quem assina o cardápio, que conta com 16 tipos de recheios salgados e quatro doces. Entre as opções, há o keb burger, com hambúrguer de picanha, queijo gruyère e bacon, e o keb pollo, com peito de frango, tomatinhos, sour cream e especiarias. Para os vegetarianos, a pedida é o keb cog, uma mistura de cogumelos shiitake, shimeji, Paris e Portobello grelhados e queijo de cabra. Para acompanhar, keb fake fries: batatas rústicas assadas em alta temperatura com especiarias.



Aceita cheque: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Reserva: Sim.
Estacionamento: Sim.
Manobrista: Sim.
Delivery: Sim.
Acesso para deficiente: Sim.
Espaço para fumantes: Sim.
Em shopping: Sim.
Horário de Funcionamento: Dom a qua, do meio-dia às 3h; qui a sáb, do meio-dia às 6h
Tipo de restaurante: Árabe, Sanduíches



Miniatura KebAv. Ataulfo de Paiva, 1.174 Leblon Rio de Janeiro - RJ

21  2540-0578  


Divulgação Keb




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Não, não se deixe levar pelo sugestivo nome do espaço que acabou de abrir no Leblon: no Keb (lembra ou não lembra?) não tem kebab, aquele adorável churrasco árabe (na verdade, comum em todo o Oriente Médio), feito de carne de cordeiro, vaca ou porco, que passa horas dourando e rodopiando num grande espeto. E é servido em fatias fininhas, envoltas no pão-folha. Em São Paulo, virou febre. E assim que soube da onda por lá, pensei aqui com os meu garfinhos: oba!, vai chover kebab no pedaço. Não desta vez: o Keb, na verdade, é uma casa de sanduíches, cuja única semelhança com as kebaberias mundo afora é o pão-folha.

Funcionando lado a lado com a loja do Kone Store da Ataulfo de Paiva, o Keb segue os moldes do vizinho: tamanho semelhante, décor idem (pinta de franquia fácil) e até mesmo um ex-mentor da rede de temaquerias entre os sócios. Todos os sanduíches são criação do chef Felipe Bronze, que bolou 15 versões salgadas (de R$ 6,50 a R$ 11,50) e quatro doces (R$ 4,50).

Há vários acertos: o de falafel com molho de iogurte e hortelã no pão integral é fresco e gostoso. O de atum com marmelada de gengibre, porém, é doce demais. Já o hambúrguer vem com gruyère e lasquinhas de bacon, enquanto o Keb Dog traz salsicha da Pavelka e mostarda escura. Ah, e para acompanhar qualquer um deles, a sugestão (única) são as keb fake fries (a turma lá não é boa de nome), as batatas rústicas assadas com temperinhos.

Ruim não é. Bronze costuma ter boas sacadas, caso do molho que combina mostarda com wasabi. O Keb Strudel (ô nome) é outra novidade das boas: purê de maçã com canela, passas e chantilly. Mas vamos ao ponto: a casa não tem o que sugere ter, o que é frustrante. O Keb para mim — pena, pena — não passou de alarme falso.



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