Nao Hara
Nao Hara:
Inaugurado em novembro de 2008, no Fashion Mall, o restaurante do chef japonês Nao Hara é especializado em alta culinária japonesa. O destaque da casa é a "mesa do chef", uma espécie de continuação da cozinha, com tratamento vip, oferecido por Hara. Acomodando de quatro a oito pessoas, a mesa recebe um menu surpresa, composto de oito pratos criados na hora, de acordo com o gosto dos clientes. A carta de saquê do restaurante possui mais de 20 opções.
A cozinha envidraçada, que pode ser vista de todo salão, é mais uma atração da arquitetura do Nao, assinada por Ângela Leite Barbosa. Com características contemporâneas e futuristas, o projeto tem muito vidro e aço escovado.
Tipo de restaurante: Japonês
Horário de Funcionamento: Dom a qui, do meio-dia à meia-noite; sex e sáb, do meio-dia à 1h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Estacionamento: Sim.
Manobrista: Sim.
Reserva: Sim.
Em shopping: Sim.
Estrada da Gávea, 899 loja 304, 3° piso - Fashion Mall São Conrado Rio de Janeiro - RJ
marketing@complexovictoria.com.br
21 3322-2005 21 3322-2698
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Um amigo bom de garfo e de hashis acha o Nao melhor do que o Nobu. Como nas minhas duas investidas ao Nobu, em Londres e Nova York, o próprio não deu as caras, assino embaixo e vou nessa: o Nao é melhor do que o Nobu. Até porque sempre que estou no Shin Miura (Centro) ou no Nao (Fashion Mall), ele está também. Ah, para os que não estão lá muito familiarizados com nomes e sabores made in Japan, vai aqui a legenda: Nobu é o mago da cozinha japonesa no mundo todo, um Ferran Adrià de olhos puxados; já Nao Hara é carioca, com 21 anos de sushis, sashimis, cortes radicais e criações geniais.
Assim posto (no pódio), vamos em frente. Almocei no restaurante de Nao — com vista para o verde de São Conrado e diante de cifras recentemente alteradas para menos (não é animador?) — no último domingo, recém-desembarcada no Rio, vinda de Lisboa. A escolha foi perfeita, até porque o livro "Culinária japonesa, sabores tropicais", de Nao, foi na mala.
Sugeri aderirmos ao "esqueminha" do chef, um mostruário do melhor da casa. Consiste numa sequência de quatro pratos e mais couvert (cortesia), que sai por R$ 95 ou R$ 135 (se for harmonizado com vinho). Como acho que a cozinha de Nao desce melhor com vinho (desconfio que ele também, já que sua adega tem 142 rótulos da bebida, contra sete de saquê), optei pela opção harmonizada. E mandaram bem: tomamos o branco francês Pouilly-Fumé 2006 e o tinto italiano Sassoalloro 2004. O fino (nossa, ainda se fala assim?).
O robalo com crosta de parmeggiano e espetinho de frutas grelhadas abriu a rodada. Depois, salmão semigrelhado com uma crosta fantástica de ervilha japonesa, gotas de azeite trufado e mousseline de batata-baroa levíssima. O terceiro da vez foi o atum envolto no gergelim com especiarias, carpaccio de maçã marinada no vinho do Porto, arroz de sushi grelhado e um naco de foie gras. Uau! Por fim, filé mignon crocante com molho cítrico e um caldinho gelado de cogumelos sauté.
Por conta do tinto italiano, driblei o esquema e pedi a paleta de cordeiro com purê de pimentão vermelho e tempura de queijo provolone (R$ 25). Só então entramos na Ciranda do Nao, mix de quatro doces (R$ 20) — deliciosos.
E foi aí que me lembrei da Terrinha: sabe como chamam, no Alentejo, o pot-pourri de doces regionais? Pijama. É que, depois deles, só indo para casa dormir. Foi exatamente o que eu fiz.
Assim posto (no pódio), vamos em frente. Almocei no restaurante de Nao — com vista para o verde de São Conrado e diante de cifras recentemente alteradas para menos (não é animador?) — no último domingo, recém-desembarcada no Rio, vinda de Lisboa. A escolha foi perfeita, até porque o livro "Culinária japonesa, sabores tropicais", de Nao, foi na mala.
Sugeri aderirmos ao "esqueminha" do chef, um mostruário do melhor da casa. Consiste numa sequência de quatro pratos e mais couvert (cortesia), que sai por R$ 95 ou R$ 135 (se for harmonizado com vinho). Como acho que a cozinha de Nao desce melhor com vinho (desconfio que ele também, já que sua adega tem 142 rótulos da bebida, contra sete de saquê), optei pela opção harmonizada. E mandaram bem: tomamos o branco francês Pouilly-Fumé 2006 e o tinto italiano Sassoalloro 2004. O fino (nossa, ainda se fala assim?).
O robalo com crosta de parmeggiano e espetinho de frutas grelhadas abriu a rodada. Depois, salmão semigrelhado com uma crosta fantástica de ervilha japonesa, gotas de azeite trufado e mousseline de batata-baroa levíssima. O terceiro da vez foi o atum envolto no gergelim com especiarias, carpaccio de maçã marinada no vinho do Porto, arroz de sushi grelhado e um naco de foie gras. Uau! Por fim, filé mignon crocante com molho cítrico e um caldinho gelado de cogumelos sauté.
Por conta do tinto italiano, driblei o esquema e pedi a paleta de cordeiro com purê de pimentão vermelho e tempura de queijo provolone (R$ 25). Só então entramos na Ciranda do Nao, mix de quatro doces (R$ 20) — deliciosos.
E foi aí que me lembrei da Terrinha: sabe como chamam, no Alentejo, o pot-pourri de doces regionais? Pijama. É que, depois deles, só indo para casa dormir. Foi exatamente o que eu fiz.
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