Salitre - Ipanema



Salitre - Ipanema:

Inaugurado em 2005, no Leblon, o Salitre transferiu-se em 2009 para o Barra Shopping e em 2010 abriu as portas também no bairro de Ipanema. Uma mistura de restaurante, delicatessen e adega, as casas oferecem uma variedade de rótulos nacionais e internacionais para serem vendidos em garrafas fechadas ou harmonizados com tábuas de frios, saladas, bruschettas, pratos de carnes, aves e frutos do mar, além de massas e risotos. As sobremesas são de fabricação própria, assim como os pães. E as casas ainda contam com cartas de drinques e de cafés.

A filial da Zona Sul se destaca por sua adega subterrânea, com 15 metros quadrados, climatizada a 13 graus centígrados, que abriga mais de duas mil garrafas. Ao todo, são mais de 800 rótulos de vinhos tintos, brancos, roses e espumantes.

NO VÍDEO, aprenda a fazer as entradas: Entrepá Fuet e Moulin Rouge.




Horário de Funcionamento: Dom à qui de meio-dia à meia-noite; sex e sáb de meio-dia à 1h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Tipo de restaurante: Vinhos
Manobrista: Sim.
Acesso para deficiente: Sim.



Miniatura Salitre - IpanemaRua Barão da Torre, 632 Ipanema Rio de Janeiro - RJ

21  2540-5719 21  2540-5723


Divulgação Salitre - Ipanema


Divulgação Salitre - Ipanema




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A casa começou no Leblon, como uma deli com mesinhas para a gente curtir um vinho e beliscar frios e outras iguarias expostas nas vitrines. O imóvel de esquina acabou sendo demolido e o Salitre migrou para o BarraShopping. No final do ano passado, abriu uma filial em Ipanema, numa casa espaçosa de dois andares, varandas e uma adega inacreditável, no subsolo, toda revestida em pedras. Nesses moldes, não vi outra igual.

Conheci o Salitre Ipanema naquela semana meio boba, entre o Natal e o Ano Novo, com o salão meio vazio. Foi uma tarde perfeita. Semana retrasada, voltei à noite para tomar vinho e beliscar alguma coisa. E percebi que um bom tratamento acústico é premente, pelo menos no mezanino. A iluminação também não é das melhores, exagerada em alguns pontos. Acústica e iluminação não costumam ser o forte dos restaurantes do Rio. Mas come-se e bebe-se bem. Sem exorbitâncias.

É que uma das sócias, Carla Noronha (a outra é Simone Rau), é dona de importadora. Daí, além de produtos frescos e de boa qualidade, os preços são mais complacentes do que a média. Uma tábua de queijos com Pont l’eveque (normando), Chabichou (chèvre, de Courchevel), brie, Grana Padano e roquefort, bem servida, custa R$ 48. Acompanhamos com um Barbera D'Asti L’Avvocata 2007 (R$ 97). E a noite estava praticamente ganha.

O brie aquecido com farofinha de mascavo e frutas vermelhas (R$ 34), servido com torradinhas, é outro bom acompanhamento. Há vários deles no cardápio, aliás, um vasto cardápio (até demais, eu diria). Juntando as duas investidas na casa, provei a salada de camarões, lulas, folhas e vinagrete de framboesa (R$ 41), o paillard com fettucinne al limone (R$ 47) e o peito de frango crocante com risoto de tâmaras (R$ 39). Todos preparados com correção.

Mas sugiro explorar as entradas — as saídas também: o brigadeiro bêbado de Porto (R$ 15) é de lamber a colher, literalmente — e, em especial, a adega (com cinco mil garrafas e mais de 800 rótulos), aberta a qualquer um. Só não esqueça o casaquinho: faz um frio de rachar.



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