Anna



Anna:

Inaugurado em abril de 2010, o Anna - cujo nome foi dado em homenagem à mãe da sócia Ana Lúcia Aleixo - é um restaurante italiano, também especializado em peixes e frutos do mar. Com os irmãos João Carlos e Carlos Henrique, e a mãe, Ana Lúcia dirige também o Artigiano, no Jardim de Alah, e o Pomodorino, em Ipanema. Como nas demais casas da família, a cozinha é artesanal: pães, massas e biscoitos são feitos no local. Os pães são assados a cada quinze minutos e as massas, recheadas na hora. Entre os carros-chefe da casa estão o bavettine ao nero di séppia con ganberi e scampi,
o ravioli di granseola allo zafferano e o cerniea al cartocco con pomodorini e basilico.
    
A adega subterrânea abriga cerca de 200 rótulos e tem mesas para que os clientes possam comer ao lado de seus vinhos prediletos. Exibindo antiguidades como lustres de dois séculos, com 200 quilos de bronze, e apliques italianos, o ambiente foi projetado por Rogério Cruz, decorado por Cynthia Pedrosa e iluminado por Maneco Quinderé.



Horário de Funcionamento: De seg a qui, das 18h à meia-noite; sex e sáb, das 18h à meia-noite e meia; dom, de meio-dia à meia-noite
Tipo de restaurante: Italiano, Peixes e frutos do mar
Manobrista: Sim.
Reserva: Sim.
Aceita cheque: Sim.



Miniatura AnnaAv. Epitácio Pessoa, 214 Ipanema Rio de Janeiro - RJ
http://www.ristoranteanna.com.br
21  2529-8810 21  2529-8766
Anna thumbs


Alexander Landau Anna




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Demorei a conhecer o novo espaço da turma do Fiorino, Artigiano e Pomodorino, o Anna, inaugurado há cinco meses no Jardim de Alah. Bobagem perto do que eles, seus donos, tiveram que esperar até o imóvel (que é da família) ficar do jeito que queriam: dez longos anos. Mas o Anna faz jus a tamanho esmero: é um restaurante bonito, bem cuidado e, dos mais agradáveis em que tenho entrado.

Protelei minha visita por um motivo que me parece justo: a casa, como todas as outras do grupo, não aceita cartão de crédito, o que sempre me pareceu pouco gentil com o cliente, além de ser um dado real: nem sempre tenho cheque na bolsa e quantia em espécie suficiente para cobrir as despesas.

Nessa noite, lendo o seu cardápio sem pressa alguma, me dei conta das cifras praticadas ali: são bastante generosas. Segundo eles, isso só é possível justamente porque não trabalham com cartões. E agora?

Fomos em frente. Das casas do grupo, o Anna é a mais caprichada, não só no visual, como na cozinha. Éramos três à mesa: além de minha mãe e eu, estávamos com Cate, amiga de sempre, requintada, comilona e exímia jogadora de golfe. Pois era a terceira vez que jantava no Anna. E só tinha elogios.

Os grissinis e ciabattas do couvert (R$ 10,90) me pareceram massudos e pesados. Mas, a partir daí, a noite foi só alegria. Minha mãe pediu bavettine negro com camarões e lagostins ao molho de prosecco (R$ 38,50), que comeu muda até o final (feito inédito em se tratando de Soninha); Cate foi de filé com berinjelas grelhadas e gratinadas e porção de bavettine (R$ 44,30); eu fiquei com o melhor da noite: um cherne fresco com crosta de pão e frutas cítricas, salada quente de alface, agrião e funcho (R$ 53,90). Teve sobremesas também, profiteroles, doce que há tempos não via em cartaz (R$ 19,70). Quanto ao cartão, não sei se acato ou desacato: só sei que volto ao Anna. A quantia que trazia na bolsa foi mais do que suficiente. E isso é coisa raríssima...





Anna - http://www.ristoranteanna.com.br

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