Rio de Janeiro

Brasil

quarta-feira, setembro 30, 2009

Shirley

Shirley:

Aberta em 1954, a tradicional casa espanhola tem como destaque os frutos do mar. O restaurante oferece pratos espanhóis tradicionais. No couvert, pães, torradas, manteiga e picles vêm acompanhados de sardinha à escabeche e polvo ao vinagrete. Também é possível optar por porções simples de lula à doré, por exemplo. No cardápio, a paelha aparece em quatro versões. Um dos destaques do menu é o badejo à moda do Shirley, com pimentões, cebola, batata corada e camarões.   



Horário de Funcionamento: Diariamente, das 11h à 1h
Tipo de restaurante: Espanhol
Cartão de débito: Sim.
Delivery: Sim.



Miniatura ShirleyRua Gustavo Sampaio, 610 loja A Leme Rio de Janeiro - RJ

21  2275-1398  


Ana Branco Shirley


Carlos Ivan Shirley




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São Sebastião

São Sebastião:

O bistrô comandado pelo chef Pedrinho Prado tem ambiente descontraído e aposta em receitas francesas com toques tropicais. Para começar, cogumelos Paris com ovas frescas ou ostras. Entre as especialidades da casa, destaque para os mexilhões cozidos ao molho branco acompanhados de batatas fritas e o filé mignon com risoto de grana padano no tomate gratinado. Outros bons pedidos: filé de peito de pato cozido no vinho tinto acompanhado de ninho de alho-poró e entrecôte ao molho Dijon com batatas fritas. O menu de almoço oferece uma entrada, que pode ser pastel, bruschetta ou salada, mais o prato do dia: um steak com arroz, feijão e farofa. Para beber, vinho da casa que vem da região de Rhône na França, cerveja Stella Artois e drinques franceses, como o pastis. De sobremesa, experimente o creme brûlé preparado com baunilha em favas. Na hora de queimar com o maçarico, a fava sem semente fica no açúcar, deixando um agradável aroma.



Horário de Funcionamento: seg a sáb, do meio-dia às 16h e das 19h à 1h; dom, das 12h às 5h
Tipo de restaurante: Francês
Aceita cheque: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Reserva: Sim.
Delivery: Sim.
Espaço para fumantes: Sim.



Miniatura São SebastiãoRua Gustavo Sampaio, 361 Leme Rio de Janeiro - RJ
http://www.pedrinhoprado.com pedrinhoprado@globo.com
21  2541-5585  
São Sebastião thumbs


Ana Branco São Sebastião




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Antes da espetada (cruel) no São Sebastião, bistrô escondidinho no Leme, faço aqui uma ressalva cheia de louros (coentros, alecrins e outros verdinhos mais): tanto Pedro Prado, chef e dono dali, quanto o restaurante há tempos são referência de bom programa no bairro (e no Rio). Merecidamente. Já vivi e comi coisas ótimas preparadas pelo chef — mas à noite. De dia — pena, pena — a cozinha desanda feio. Tanto que, como se não bastasse a flechada, São Sebastião acabou levando também uma garfada.

Preços e pratos são animadores. O menu formule, por exemplo, que vigora durante a semana, inclui aperitivo, entrada e prato principal e, dependendo do escolhido, pode custar menos de R$30. Fui nesse: bruschetta de cebola caramelizada (aperitivo), gazpacho (entrada) e moules frites (principal). Tudo a R$28. Para acompanhar, uma taça de chardonnay chileno, que, com o atraso na cozinha, pulou para duas. Com isso, o vinho saiu mais caro do que o formule. Mas, o.k., foi o melhor da rodada.

Os tais bônus (aperitivo e entrada) pouco valeram. Voltaram intactos. Do principal, fiquei apenas com as fritas. Os mexilhões chegaram secos, sem caldo (logo, sem as colheradas finais, a grande curtição do prato). Também voltaram para a cozinha.

O chef Pedro Prado não estava (acho) nas internas. Nem (acho) por perto. Se estivesse, provavelmente teria evitado uma série de episódios insólitos até para o mais informal dos comensais: troca de lâmpadas (por que não depois do expediente?); desfile de caixotes com verduras e legumes pelo salão; a manobra (radical) do carrinho com refrigerantes, que tirou um fino da minha mesa (aliás, a única ocupada)... E paro por aqui. Além de garfar, não vou também crucificar o São Sebastião.





São Sebastião - http://www.pedrinhoprado.com

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quarta-feira, setembro 23, 2009

Galeria 1618

Galeria 1618:

Misto de bistrô, galeria e livraria, o local foi inaugurado em dezembro de 2006 pelo tunisiano Stéphane Haddad e pela francesa Claude Laliãvre. A fachada déco, o ambiente repleto de livros e obras de arte, além da programação musical da casa chamam a atenção dos frequentadores. Na cozinha, o chef Stephanne faz um mix das culinárias francesa e mediterrânea, com nuances do tempero africano. Uma de suas criações é o cuscuz tunisiano, feito com sêmola de trigo cozido no vapor, aipo, cenoura, nabo, batata, paleta de cordeiro e ervas. Outras sugestões são os crepes de trigo sarraceno e o cassoulet, que leva magret de pato e carne de porco. Alguns ingredientes utilizados no preparo dos pratos são comprados em viagens a Paris. É o caso da harissa, pasta de pimenta usada na composição do molho rabiata ou mesmo na receita do cuscuz marroquino.



Tipo de restaurante: Francês
Horário de Funcionamento: Diariamente, do meio-dia à meia-noite
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Reserva: Sim.
Manobrista: Sim.



Miniatura Galeria 1618Rua Gustavo Sampaio, 840 loja A Leme Rio de Janeiro - RJ
http://www.galeria1618.com.br shaddad@1618galeria.com.br
21  2295-1618  
Galeria 1618 thumbs


Mônica Imbuzeiro Galeria 1618


Divulgação Galeria 1618


Ana Branco Galeria 1618




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Foi uma amiga moradora do bairro quem me situou: o melhor de Copacabana fica nas extremidades. O "miolão", segundo ela, costuma "pegar". Acatei seu conselho e parti em direção ao Leme, extrema esquerda do bairro (talvez embalada pelos ecos de 68), com destino certo: Galeria 1618, misto de bistrô, galeria e livraria, onde há tempos entrei para um rápido café. Fui fisgada pela fachada déco, o ambiente e a música, que chega até a calçada. Atração fatal total.

Explico: minha segunda investida ali, dessa vez com fome, sem pressa e bem acomodada numa mesa entre livros e fotos da África (passei a noite sofrendo com a imagem de um elefante abatido por um tiro), foi uma frustração só. O bistrô do tunisiano Stéphane Haddad e da francesa Claude Laliãvre talvez se saísse melhor como um café ou mesmo um bar, desde que desviasse o foco da sua cozinha.

Para começo de jantar, a carta de vinhos é fraquíssima, coisa impensável em um bistrô, d'accord? Já o cardápio, bem, são dois na verdade: um fixo e outro com sugestões do dia escritas no quadro-negro itinerante, que circula de mesa em mesa (outra bossa). Traz coisas como kemia, entrada tunisiana com quatro pastinhas (R$8,50) e pão (R$11,50). Só escapou o pão. O cuscuz tunisiano de peixe (R$39) chegou sem graça (é tão simples fazer o prato!); o cherne (nitidamente congelado) com ratatouille (R$39) idem; e a salada niçoise (na qual faltava tudo de uma niçoise) voltou inteira. O Galeria 1618 — pena, pena — é só fachada.





Galeria 1618 - http://www.galeria1618.com.br

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