O restaurante, espalhado pela cidade em 12 diferentes endereços, tem como seu mais famoso atrativo as tradicionais saladas: são 15 tipos diferentes, como a de carne desfiada, manga, batata palha e parmesão, ou a salada italiana, que leva penne, brócolis, tomate, cebola, alcaparras, azeitona preta, pimentão e queijo de minas ao molho picante. Entre as opções de pratos estão ainda grelhados, quiches e eventuais novidades e receitas especiais, como as sugeridas pela casa na seção "Experimente" do cardápio.
Tipo de restaurante: Variado Cartão de crédito: Sim. Cartão de débito: Sim. Delivery: Sim. Acesso para deficiente: Sim. Horário de Funcionamento: De segunda a sexta, das 11h30m às 16h
Rua Primeiro de Março, 23 loja A Centro Rio de Janeiro - RJ http://www.gulagula.com.br ouvidor@gulagula.com.br 21 3852-1174
Com inspiração nos bistrôs franceses e uma cozinha rápida, o restaurante está situado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Em sua cafeteria há 17 opções de sanduíches, além de um completo chá da tarde. No menu figuram opções como a canela de vitelo recheada com risoni ao mascarpone e shiitake e o pato confit com risoto de laranja, além de massas, saladas, sopas, carpaccios, quiches e omeletes. O restaurante também serve, diariamente, um prato executivo. No quesito doces, dez opções à escolha dos comensais, com destaque para o Chaud Froid de figos e morangos com sorvete de creme e a terrine de chocolate com maracujá. Nos fins de semana, a casa oferece um menu especial com feijoadinha mineira e paleta de cordeiro recheada com mousseline de batata-baroa. Já os dias 29 de cada mês são reservados para o nhoque da fortuna.
Horário de Funcionamento: Ter a dom, do meio-dia às 20h30m Cartão de crédito: Sim. Cartão de débito: Sim. Reserva: Sim. Estacionamento: Sim. Tipo de restaurante: Francês, Café
Rua Primeiro de Março, 66 térreo, mezanino do CCBB Centro Rio de Janeiro - RJ contato@brasseriebrasil.com 21 2253-5166
Gosto de comer em museus e casas de cultura. Lá fora. Aqui, tirando o Paço Imperial (que cumpre o seu papel) e o MAM (que até extrapola), não me lembro de outro café ou bistrô (ou seja lá o que for) que me apeteça a ponto de puxar uma cadeirinha. Por isso, vibrei ao saber que o tarimbado Luiz Antonio Rodrigues — que entre tantas outras coisas é mentor do Polo Gastronômico da Praça Quinze (tem referência melhor?) — e o chef Daniel Américo (Garcia & Rodrigues e La Cigale) estavam juntos na Brasserie Brasil, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Juntou a fome com a vontade de comer.
Mas bastou chegar ali para o meu apetite sumir. A casa é tão acolhedora quanto o setor de compensação de cheques da agência vizinha. E tem ainda a barulheira, páreo para qualquer pregão da Bolsa de Valores. Detalhes tão pequenos de nós dois se a comida estivesse no mínimo O.k. Não estava.
No quadro-negro, escrito em linhas tortas, lemos as atrações do menu executivo do dia, cujo prato principal sai por R$ 19, de segunda a sexta-feira. Como não somos executivas e fomos ali depois de ver a mostra "Virada russa" (a ideia do espaço não é atender ao público do CCBB?), pedi o que quis do cardápio. Comecei pela sopa do dia: espinafre. Muitos minutos depois, me trouxeram a de cebola, que devolvi. Esperei outro tanto (o suficiente para dar conta de uma taça de malbec, R$ 10). Mal toquei.
Minha mãe, faminta, pacientemente aguardou o seu medalhão de filé mignon com gratin de batata (R$ 34). Fraquíssimo. De principal, escolhi uma salada de folhas, parmesão, tomates, azeite e fatias de rosbife... estragado. O cheiro inconfundível tomou conta da mesa. E embrulhou o meu estômago. Agora me digam (Rodrigues e Américo): que cozinha é essa que não identifica o cheiro de comida estragada? Quando a nova chegou, minha fome estava a léguas dali. A conta foi outro susto: R$ 100, por três taças de vinho, sopa, salada e um medalhão com batata. Sinceramente? Acho que a coisa ali anda ruça.
Aberto em 2010, o bar oferece porções de carne-seca com aipim e salgadinhos variados. A lista de cervejas disponíveis é curta, mas há bons rótulos. Entre elas, estão Heineken, St. Gallen, a versão trigo de Therezópolis e a OPA Bier, de Santa Catarina.
A casa presta reverência à história do Beco dos Barbeiros, um logradouro do fim do século XVIII: tem decoração com lustres que reproduzem as luminárias antigas da via. Um painel em preto e branco homenageia o cenário das redondezas, tempos atrás.
Horário de Funcionamento: Seg a sex, das 11h às 4h Tipo de bar: Bar Cartão de crédito: Sim. Cartão de débito: Sim.
Rua Primeiro de Março, 7 Centro Rio de Janeiro - RJ