Rio de Janeiro

Brasil

quarta-feira, agosto 22, 2012

O PSOL sempre será linha auxiliar do PT

O partido dissidente fundado por Luciana Genro, Heloísa Helena e outros menos conhecidos sempre fez questão de deixar claro que tinha divergências profundas com o Partido dos Trabalhadores, e que ali sim os socialistas brasileiros encontrariam um terreno seguro e fértil para levar à frente suas ideias “humanitárias” (que, historicamente, de humanitárias não têm nada). Nascia ali mais um partido de esquerda, agora com um solzinho simpático que atraia os jovens, indicando um socialismo repaginado e teoricamente diferente do velho comunismo autocrático que marcou o Século XX.
Mas o que aconteceu na prática? O PSOL foi se firmando como um pequeno mas influente partido, levando suas pautas radicais ao cenário político, ganhando espaço nas universidades e lançando candidatos à presidência que faziam seus ideais soarem razoáveis e até desejáveis por alguns setores da sociedade. Sempre mantendo um discurso de “não temos nada a ver com o PT”, o partido caminhava com ares de independência e autonomia, mas na política real as coisas não eram exatamente como no discurso.
Enquanto o PT governava com muita popularidade, dialogando com os principais setores da sociedade e enfraquecendo a oposição, o PSOL estava ali, logo ao lado, como fiel escudeiro, permitindo que o partidão tivesse cada vez mais governabilidade, influenciando as diretrizes políticas da nação, aprovando ou vetando leis em sincronia com seus aliados partidários e tratando de forma branda investigações de corrupção que deixavam cada vez mais claro que, sem burlar o sistema, as pautas revolucionárias eram praticamente inviáveis. Na teoria, o PSOL nasceu por divergências com o PT; na prática, o PSOL nasceu pela necessidade da esquerda brasileira de ter um partido com uma cara mais jovem, fiel às ideias, menos pragmático, um espaço para abraçar aqueles mais idealistas, com um perfil que não contribuiria muito para a política real exercida pelo PT, tudo de acordo com o projeto revolucionário de tomada gradual das instituições.
Não só o PSOL auxiliaria o “partido matriz” ao disputar em frontes diferentes como também se juntaria a outros partidos nanicos que sempre vemos por aí, engrossando as manifestações convocadas pelo PT, utilizando-se do milionário fundo partidário para manter uma estrutura de pressão social extremamente sofisticada e sempre pronta para ser acionada nos momentos em que o projeto revolucionário sofria alguma ameaça. PCdoB, PSTU, PSB, PCO e companhia estavam sempre presentes, assim como o PSOL, para viabilizar politicamente não apenas o PT em si, mas a ideologia que todos eles compartilham. O crescimento de outros partidos que auxiliavam o Partido dos Trabalhadores não era só desejável, mas necessário para fortalecer a retaguarda do grande projeto político de longo prazo que estava em pauta.
Bastou o enfraquecimento momentâneo do “partido matriz” (após uma série de medidas administrativas catastróficas que levaram Dilma Rousseff ao impeachment) para que o PSOL deixasse evidente sua função, cedendo espaço para Guilherme Boulos discursar em nome do partido e não escondendo sua grande afinidade com velhos personagens da política brasileira. O episódio frustrou muita gente. O espaço que fora criado para defender o “socialismo de verdade”, devido a um momento político mais tenso que o normal, teve que escancarar suas verdadeiras funções e mostrar que, no fim das contas, tudo não passava de um grande teatro político em torno de um corpo homogêneo de ideias que, devido à estrutura política democrática, convenientemente se fragmentou em várias agremiações para viabilizar o projeto como um todo.
O socialista brasileiro pode pular de partido em partido, encontrando aquele que tem mais afinidade, fazendo amizades, construindo sua história de ativismo e acreditando que está fazendo real diferença no mundo, mas em meio a todo este universo de boas intenções a verdade fica cada vez mais evidente: não importa quão sofisticada seja a estrutura política construída pela esquerda, no fim das contas o socialismo não dá certo, gerando sempre a destruição dos direitos naturais e a escassez de recursos que levam a nação, fatalmente, ao despotismo e ao colapso econômico. E dado o colapso, não há solzinho, estrelinha ou foice e martelo que possam dar jeito, e os sobreviventes acabam suplicando pelas instituições liberais que mudaram e continuam mudando o mundo para melhor desde o Século XVIII.

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Tambores ecoam no abre-alas do Salgueiro

Tambores ecoam no abre-alas do Salgueiro


O abre-alas da vermelha-e-branca tijucana, que une elementos tribais a formas geométricas e curvas, sintetiza a união de passado e futuro do instrumento homenageado pela escola.





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As musas do segundo dia de desfile do Rio

As musas do segundo dia de desfile do Rio


Confira os melhores momentos das rainhas de bateria e musas que passaram pela Sapucaí na noite desta segunda-feira (23).





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domingo, fevereiro 22, 2009

Natália Guimarães é rainha de bateria da Vila pelo segundo ano

Natália Guimarães é a rainha de bateria da Vila pelo segundo ano


Ex-miss desfila à frente da bateria da Vila Isabel com uma fantasia em tons de cobre. Ela representa a essência da música, no enredo que homenageia o Teatro Municipal do Rio de Janeiro.





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Três alegorias compõem abre-alas da Vila Isabel

Três alegorias compõem abre-alas da Vila Isabel


O abre-alas mostra as obras do prefeito Pereira Passos para transformar a cidade. Na frente do carro, o ‘Bota-abaixo’. Depois, um luxuoso café, em tons de prata, mostra a inspiração francesa.





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Sheron Menzes é mais das famosas na Grande Rio

Sheron Menzes é mais uma das famosas na Grande Rio


Fantasiada de carioca francesa, Sheron Menezes brilha e mostra muito samba no pé pela Grande Rio.





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Susana Vieira esbanja alegria na Grande Rio

Susana Vieira esbanja alegria na Grande Rio


Susana Vieira desfila como destaque, no chão, no primeiro setor da Grande Rio, que representa a Corte de Luís XIV, chamado de O Rei Sol. Ela usa um corselet bordado com pedrarias.





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Susana Vieira levanta arquibancada antes do desfile da Grande Rio

Susana Vieira levanta arquibancada antes do desfile da Grande Rio


Susana Vieira levantou arquibancada antes da Grande Rio passar pelo Sambódromo. Atriz está fantasiada de sol. Ela espera ter fôlego para chegar até o fim do desfile.





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Ansiosa, Paola Oliveira estreia à frente da bateria da Grande Rio

Ansiosa, Paola Oliveira estreia à frente da bateria da Grande Rio


O carnaval de 2009 marca a estreia da atriz Paola Oliveira como rainha de bateira da Grande Rio. Ela está cheia de glamour e cores para apresentar o enredo, em homenagem ao ano da França no Brasil.





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Quitéria Chagas é sereia à frente da bateria do Império Serrano

Quitéria Chagas é uma sereia à frente da bateria do Império Serrano


Quitéria Chagas é uma sereia à frente da bateira do Império Serrano. A fantasia traz o verde das esmeraldas no corpo e nos olhos da musa.





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quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Quitéria Chagas leva G1 ao ensaio das crianças do Império do Futuro

Quitéria Chagas leva G1 ao ensaio das crianças do Império do Futuro


Rainha de bateria conta que faz questão de frequentar os ensaios das crianças da escola mirim e se esforça para dar bom exemplo para os pequenos sambistas.





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Conheça segredos da feijoada da Portela

Conheça os segredos da feijoada da Portela


Dona Ivete é quem comanda o time de cozinheiras há quatro anos, quase todas integrantes da Velha Guarda. Ela garante que a feijoada da Portela é light, porque a gordura das carnes é retirada.





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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Dicas para quem quer estar fashion no carnaval sem gastar muito

Dicas para quem quer estar fashion no carnaval sem gastar muito


Com idéias criativas, é possível se vestitr com estilo para os dias de folia e ao mesmo tempo economizar. No Saara, é possível encontrar opções para todos os gostos e orçamentos.





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quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Gracyanne Barbosa cuida do corpo às vésperas do carnaval

Gracyanne Barbosa cuida do corpo às vésperas do carnaval


Treino inclui série de exercícios para pernas, glúteos e panturrilha, para musa aguentar desfiles em São Paulo e no Rio, e folia em Salvador.





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