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Brasil

segunda-feira, outubro 04, 2010

Mamma Jamma

Mamma Jamma:

Aberta em 2009, a pizzaria gourmet  se define como o resultado de uma cozinha de base italiana com toques franceses e portugueses. Entre os sabores do cardápio estão a pepe marmellata, de geléia de pimenta com lâminas de queijo Brie derretidas, e a shiitake inteiro à Provance, preparada com shiitakes inteiros assados no forno à lenha com azeite grego e ervas da Provance, acompanhada de crostata de azeite. Há ainda opções como a doce deleite, feita com doce de leite argentino, gotas de chocolate belga e lâminas de amêndoas. As pizzas chegam à mesa cortadas em fatias finas, para facilitar a vida de quem quer degustá-las com as mãos.



Horário de Funcionamento: De segunda a sábado, das 18h à meia-noite e meia; domingo, das 17h à meia-noite e meia
Manobrista: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Tipo de restaurante: Pizzas



Miniatura Mamma JammaRua Saturnino de Brito, 50 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ
http://www.mammajamma.com.br
21  3875-1223  
Mamma Jamma thumbs


Divulgação Mamma Jamma


Divulgação Mamma Jamma




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Mamma Jamma. Uma leva de pizzarias abriu ou está por abrir na cidade. E não apenas elas: vêm por aí novas kebaberias, foccacerias, galeterias, kombos e bentôs. Carioca adora uma onda e estas são as da vez. Fui conhecer a Mamma Jamma, pizzaria que saiu na frente e já anda de casa cheia. Instalou-se no lugar do antigo Saturnino, bar que tinha uma árvore dentro, no Jardim Botânico. E que era bastante barulhento. O Mamma manteve a árvore. E continua bastante barulhento. No mais, nada de um remete ao outro. Por trás das fornadas das pizzas está uma equipe egressa da paulista A Tal da Pizza, que, mais do que em Sampa, fez sucesso mesmo em Brasília. Era a pizza preferida de nossos congressistas. E de pizza essa turma entende como ninguém... Já teve filial no Rio, mas tão looonge que poucos conheceram. Fechou logo. As fornadas da casa são diferentes. Nada de selos D.O.C. e do exageradíssimo D.O.C.G. (Denominação de Origem Controlada e Garantida, quem aguenta?). A massa é gostosa (passa de três a cinco dias fermentando), mas tipo massuda. Chega à mesa sobre uma pedra de granito e já cortada em fatias finas, para a gente comer com a mão. Curtição. Contei 16 pedaços, o que deu perfeitamente para três. A casa tem uma bancada de antepastos gostosos e uma seleção surpreendente de extravirgens: 30, contados nos dedos (limpinhos). Pedimos a Mamma Jamma (queijo curado e Grana Padano com linguiça calabresa, R$48,90) e a de berinjela desidratada com mozarela curada, tomate assado, manjericão, pesto e Grana Padano (R$43). Fechamos com a Gran Finale, que foi assim descrita pela nossa atendente: "camadas de açúcar com canela da Índia, incontáveis rodelas finíssimas de banana caramelizadas no forno e um orvalho de rum cubano envelhecido" (R$25). Incontáveis rodelas de banana? Orvalho de rum? O gran finale foi o melhor da noite. (Crítica publicada em 27 Novembro 2009)





Mamma Jamma - http://www.mammajamma.com.br

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terça-feira, outubro 27, 2009

Garrafeiro

Garrafeiro:

Filhote da rede Informal, inaugurado em 2008, o bar traz uma carta de bebidas de tirar o fôlego. No Garrafeiro o chope não tem vez. São mais de 23 rótulos de cerveja importada na carta, entre alemãs, argentinas, belgas, numa seleção caprichada que inclui a Franzizkaner Hell de trigo até as belgas Leffe Blonde e Horgaarden, em versões long-neck. Os drinques também marcam presença, com uma boa variedade de caipivodcas. 
 
Fora o décor diferente dos outros seis irmãos da rede, o local conta com azulejos bicolores, em azul e branco, e uma imagem portentosa de São Jorge, sobre uma prateleira, ícones dignos dos botecos-raiz. Mas guarda uma semelhança fraternal - e apetitosa: os acepipes de balcão, que se apresentam sob a forma de mais de 20 opções à escolha do cliente. Não faltam no cardápio de comes empadinhas, carne-seca, feijoadinha e clássicos de boteco como filé aperitivo acebolado, além das comidinhas acomodadas em potes de cerâmica, para degustação.



Tipo de bar: Bar
Horário de Funcionamento: Diariamente, do meio-dia às 2h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.



Miniatura GarrafeiroRua Saturnino de Brito, 64 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ

21  3874-0016  


Divulgação Garrafeiro




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Não é de hoje que venho notando uma certa protuberância na região abdominal. E venho lidando com ela com a presteza que me caracteriza — nenhuma. Nos últimos tempos, porém, A Coisa não permite mais que se a ignore, levando-me à dolorosa opção pela moderação.

Foi com esta intenção que conheci o Garrafeiro, bar mais pessoal da rede Informal que completa um ano mês que vem. "Não vou beber", pensei. "Vou pedir coisas leves", acrescentei. "E vou comer pouco", prometi.

Qual o quê. As ótimas companhias me levaram à caipivodca (R$ 9,80, 200ml). A ótima caipivodca me levou a cervejas como a alemã Franzizkaner Hell, de trigo, a R$ 12,50 a garrafa. E o álcool me levou a decidir que era fundamental comer alguma coisa.

"Alguma coisa" se materializou na forma da incrível picanha Garrafeiro. Permitam-me descrevê-la. Trata-se de uma picanha fatiada extremamente macia, servida na chapa quentíssima com cebolas crocantes e alho assado. Para acompanhar, chimichurri, aquele molho argentino/uruguaio feito, basicamente, com salsinha, alho, vinagre e azeite. Éramos quatro à mesa, e a picanha (R$ 36,80) serviu perfeitamente.

A partir daí, fomos ladeira abaixo. Mandamos vir a polenta frita com molho de gorgonzola (R$ 16,10) e as lascas de mignon aceboladas ao molho madeira, para serem acomodadas sobre minibruschettas com queijo, orégano e tomate (R$ 24,50). Loucura, loucura.

Ah, sim, teve a estraga prazeres que pediu salada Caesar (R$ 14,90). Não sabe o que perdeu, coitada.



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