Rio de Janeiro

Brasil

quarta-feira, maio 25, 2011

Roberta Sudbrack

Roberta Sudbrack:

Mesclando cozinha contemporânea com tempero e ingredientes legitimamente brasileiros, a premiada chef Roberta Sudbrack comanda as caçarolas de seu restaurante, em charmosa casa no Jardim Botânico, desde 2005. Experiência não lhe falta: ela foi a primeira chef a comandar a cozinha do Palácio da Alvorada, em Brasília, durante o mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. A gaúcha faz releituras de pratos bem brasileiros, como a farofa de banana.

Hoje, da ampla cozinha envidraçada, localizada no segundo andar, saem pratos como burrata com filé de tomate marinado e entradas como tartare de abóbora. A carta de vinhos dispõe de cerca de 222 rótulos. Com decoração de Chicô Gouveia e iluminação de Maneco Quinderé, o ambiente exibe nada menos que móveis assinados por Sérgio Rodrigues.

NO VÍDEO, a chef ensina a fazer curau com caviar.



Horário de Funcionamento: Ter a qui, das 19h30m à meia-noite; sex, do meio-dia às 15h e das 20h30m à meia-noite; sáb, das 20h30m à meia-noite
Tipo de restaurante: Brasileiro
Aceita cheque: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Manobrista: Sim.



Miniatura Roberta SudbrackRua Lineu de Paula Machado, 916 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ
http://www.robertasudbrack.com.br
21  3874-0139  
Roberta Sudbrack thumbs


Divulgação Roberta Sudbrack


Cora Rónai Roberta Sudbrack


Divulgação Roberta Sudbrack


Ana Branco Roberta Sudbrack




Mostrar mapa ampliado



Já contei aqui que sou uma das juradas do ranking dos Melhores Restaurantes do Mundo. Já contei também que o melhor do mundo, o dinamarquês Noma, definitivamente não é o melhor do mundo. Admito que é divertido comer um mexilhão de 36 anos (mesmo desconfiando da sua idade) e encarar dois camarões vivinhos da silva, mexendo as perninhas — o que me levou a declinar da experiência de saboreá-los. Toda essa introdução é para contar que depois de provar do novo cardápio da Roberta Sudbrack, confirmei o que já sabia: a cozinha da chef nada deixa a dever às melhores do mundo.

É caro? É, bastante. Mas não mais que o nórdico bicampeão Noma. Ou que o paulista D.O.M, do chef Alex Atala, que bravamente abocanhou a sétima posição. O menu de nove pratos de Sudbrack sai por R$ 240. No Noma, pelo mesmo número de serviços, desembolsei o equivalente a R$ 430. No D.O.M, coisa de R$ 400. E, quer saber, sem qualquer bairrismo: as últimas da Sudbrack deixaram os dois no chinelo.

Foram nove pratos salgados e uma sobremesa, pequenas obras de artes servidas em Limoges brancos, que me levaram a comer de óculos para tentar identificar o que eram aquelas maravilhas que eu tinha na boca. Um galho micro de tomilho aqui, dois pontinhos de orégano ali, um espocar de flor de sal acolá... Leo Jaime, músico e parceiro de mesa, foi mais sagaz do que eu: o que era aquela poerinha com gosto de mar sobre a manga grelhada? Pó bottarga! E o >ita<croc no céu da boca? Grãos de quinoa fritos! A tal da “clementina” que vinha estampada na plaquinha de identificação do prato (todos chegaram dessa forma) era a boa e velha tangerina, que saiu de cena desde o advento da polkan. Foi ela quem imprimiu um cítrico elegante às lascas de cogumelos carnudos, que lembravam um polvo, servidas com uma poeira de parmeggiano.

O robalo veio com milho doce e canjica; o foie gras, com um biscuit de pele de milho e semente de figo; a galinha caipira foi servida em garrafas de vidro, um consomê da ave que ensopava um purê de batatas com consistência de marshmallow. A costela espetacular chegou com milho e banana; e o atum, ora, ora, trouxe uma inusitada barba de milho (lembra?) marinada. Bravo, bravíssimo! Comida, diversão e arte pelas mãos de uma mestre que merece, mais do que nunca, estar entre os melhores do mundo.





Roberta Sudbrack - http://www.robertasudbrack.com.br

Marcadores: , , , , ,

quinta-feira, novembro 25, 2010

Capricciosa- Jardim Botânico

Capricciosa- Jardim Botânico:

Reconhecida pelas pizzas de alta qualidade, feitas no forno à lenha, a pizzaria conta com 31 diferentes sabores. O carro-chefe é a marguerita gourmet, com mozarela de búfala artesanal, tomate italiano, lascas de parmiggiano e manjericão.

Os vinhos são servidos em taça, meia garrafa e garrafa inteira. A sobremesa mais pedida é o petit gâteau com calda de chocolate branco ou preto, e sorvete de creme.



Tipo de restaurante: Pizzas
Manobrista: Sim.
Aceita cheque: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Delivery: Sim.
Reserva: Sim.
Horário de Funcionamento: Dom a qui, das 18h à 1h; sex e sáb, até 2h



Miniatura Capricciosa- Jardim BotânicoRua Maria Angélica, 37 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ
http://www.capricciosa.com.br capricciosa@capricciosa.com.br
21  2527-2656 21  2527-3283
Capricciosa- Jardim Botânico thumbs


Divulgação Capricciosa- Jardim Botânico


Divulgação Capricciosa- Jardim Botânico


Divulgação Capricciosa- Jardim Botânico


Divulgação Capricciosa- Jardim Botânico




Mostrar mapa ampliado



La Bruschetta Capricciosa Bar. Já não era sem tempo. Com tantas bruschettas circulando no pedaço — modismo bacana que ficou em evidência com a abertura da simpática Prima Bruschetteria (sucesso merecido no Leblon) —, era esperado que a Capricciosa mostrasse seus trunfos. Afinal, a casa não só lançou por aqui a entrada (meio de campo e saída também), como ainda prepara fornadas D.O.C.: farinha 00, fiori di latte, burratas no extravirgem e outras novas muitíssimos bem-vindas. E muitíssimos bem copiadas também, para sorte nossa (são mais baratas por aí) e ira dos donos (rendeu bons imbróglios). Pois, recentemente, a casa lançou a La Bruschetta Capricciosa Bar, na filial do Jardim Botânico. Providencial.

O salão é o mesmo que durante anos abrigou a turma do fumacê. É o ambiente mais simpático dali, com iluminação âmbar, que deixa as pessoas bonitas, adega suspensa e imponente, décor intimista, boa acústica e balcão amplo onde se pode beber e comer com a coluna RPG e os pés apoiados. Foi ali que nos foi entregue o menu especial com as 15 versões de bruschetta. E foi quando soubemos do “novo espaço”, que de novo, mesmo, nada tem. Nem precisa. Provamos bruschetta de alcachofras grelhadas com pesto, parmesão e pignoli (R$ 7,50); atum com azeitonas pretas e raspas de limão-siciliano (R$ 11,50); radicchio grelhado (coisa rara) com queijo Taleggio (idem) e lascas de Parma (R$ 11,50); e figos grelhados com balsâmico e gorgonzola (R$ 9,50).

As bruschettas chegam no pagnota, pão rústico do Marche, arredondado e de massa leve, com casca estalante, resultado da combinação das farinhas 00 e manitoba. Passa 24 horas fermentando antes de ser untada no azeite e assada no forno à lenha. Sem frescuras ou embromação, dá para sentir o plus no ato. Afinal, manitoba, pagnota e 00, deve ser uma versão de bruschetta D.O.C.. Ou não estaríamos na Capricciosa...





Capricciosa- Jardim Botânico - http://www.capricciosa.com.br

Marcadores: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, novembro 18, 2010

Caroline Café

Caroline Café:

Em agosto (2011), o restaurante abriga o Festival do Camarão, com oito pratos especiais. Camarões tex mex (R$ 29), camarões salteados no azeite, alho, coentro e pimenta dedo de moça servidos com guacamole, molho salsa e tortilla chips; quesadilla de camarões (R$ 29), dupla tortilla recheada com mussarela, camarões e cream cheese, servida com guacamole e saladinha; risoto de camarões com arroz arbório (R$33,80); feijoada de frutos do mar com feijão branco, lula, mexilhão, camarão, peixe servida com arroz e farofa de dendê (R$ 34); bolinho de aipim com camarão (R$26, porção com seis unidades); taco crocante de camarão e guacamole (R$27,60 e R$15,80, a meia porção) e empanadas de camarão (R$33, a porção com oito unidades, e R$18,50, a meia porção). Também em agosto entrarm em cena a carta de sangrias, ponches e clericós.

Inaugurado em 1994, o Caroline Café tem um estilo próprio, que procura mesclar a atmosfera de pubs de Nova York, o burburinho da Rua das Pedras, em Búzios, e um quê dos papos-cabeça do Jardim Botânico. O bar foi pioneiro ao servir uma linha de hambúrgueres gourmet, várias alternativas de cervejas nacionais e importadas e uma releitura do popular espetinho.

De segunda a sexta, é oferecido almoço executivo e, aos domingos, café da manhã.



Tipo de restaurante: Variado
Horário de Funcionamento: Seg a sáb, do meio-dia até o último cliente; dom e fer, das 10h até o último cliente
Cartão de crédito: Sim.
Reserva: Sim.
Manobrista: Sim.
Delivery: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Aceita cheque: Sim.



Miniatura Caroline CaféRua J. J. Seabra, 10 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ
http://www.carolinecafe.com.br contato@carolinecafe.com.br
21  2540-0705 21  8866-7328
Caroline Café thumbs


Divulgação Caroline Café


Divulgação Caroline Café




Mostrar mapa ampliado



Caroline Café - http://www.carolinecafe.com.br

Marcadores: , , , , ,

segunda-feira, outubro 25, 2010

Ki

Ki:

A recém-inaugurada casa - cujo nome significa "árvore" e remete à vitalidade - é especializada na alta gastronomia japonesa, caracterizada pelo uso de referências clássicas, e pelas matérias-primas sazonais. Com uma carta de saquês com mais de vinte rótulos elaborados artesanalmente, o restaurante dispõe de sugestões de harmonizações. Entre as opções principais, salmon foie gras brûlé e gunkan de salmão com haddock defumado.

O projeto do arquiteto Fernando Fernandes inclui três varandas cobertas, cinco salas-tatami, além de decoração intimista, ao estilo oriental: luminárias vermelhas, mobiliário de madeira e pouca luz.



Horário de Funcionamento: Dom a qua, das 18h à meia-noite; qui, das 18h à 1h; sex e sáb, das 18h às 2h
Cartão de débito: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Manobrista: Sim.
Estacionamento: Sim.



Miniatura KiRua Fonte da Saudade, 179 Lagoa Rio de Janeiro - RJ
http://www.restauranteki.com.br
21  2535-3848  
Ki thumbs


Divulgação Ki


Divulgação Ki


Divulgação Ki


Divulgação Ki


Divulgação Ki




Mostrar mapa ampliado



Estou mais do que no lucro: no semestre passado, um casarão de esquina na Fonte da Saudade ia ser posto abaixo. Daria lugar a um big prédio residencial. Acompanhei o estardalhaço do lançamento do empreendimento que, lá pelas tantas, desandou: os corretores se foram e a casa permaneceu fechada. Firme e forte. Ufa! No começo deste mês, já com a fachada pintada de verde, passou a funcionar ali o japonês Ki, onde jantei no último sábado. Ter um japa vizinho de casa era um sonho de consumo que alimentava há tempos...

Aliás, a oferta gastronômico neste trechinho da Lagoa tem crescido bem. Além de duas padarias completíssimas (com bom café da manhã), temos um bistrô gostoso (o Guy, que, felizmente, vai muito bem das pernas) e, agora, o Ki. Mas, talvez ainda sugestionada pelos restaurantes caprichadíssimos (vários orientais) que visitei em Paris e Londres durante as férias, estranhei o ambiente do Ki: é bastante acanhado. Como é recém-inaugurado, pode não estar totalmente pronto. Tomara.

Uma das atrações dali é a carta de saquê, mas que não traz um exemplar nacional sequer. Aprendi com a Marina Tasaki (pioneira nesse tipo de cozinha no Rio), que o saquê é perecível — daí, de quanto mais de perto ele vier, mais fresco será. Costumo pedir a versão brasileira. Mas o preço da dose do importado não é exorbitante: bem servida em taça bacana, custa R$ 19.

Não é um japonês barato. Uma robata de camarão custa R$ 39,90, mesma cifra da lula recheada com shimeji. O sushiman, Jorge Omura, é experiente. Sugere coisas como polvo gelado, um fresquíssimo marinado de suco de laranja, molho teriyaki e gelo (R$ 26); tataki de salmão com nirá regado com um fio de azeite de limão (R$ 33); e dupla de sashimi de vieiras (R$ 19,90), corretíssima. Mas bom mesmo é beber e voltar caminhando para casa; é comer tendo o vizinho na mesa ao lado (e depois trocar impressões no elevador). Isso é que é política de boa vizinhança. Mas o que não dá é chamar o Ki de um kappo cuisine, a alta gastronomia japa em ambiente requintado. Seria ótimo que fosse. Mas não é.





Ki - http://www.restauranteki.com.br

Marcadores: , , ,

quinta-feira, outubro 21, 2010

São Vicente Calçada

São Vicente Calçada:

Inspirado no jeito carioca, o bar na Lagoa foi projetado pelo arquiteto Ricardo Campos. Ele reproduziu na casa o famoso desenho do calçadão de Copacabana, em pedras portuguesas pretas e brancas. Uma parede verde, com oito metros de comprimento, confere um toque moderno ao ambiente, que tem mobiliário de madeira de demolição.

Inaugurado em setembro de 2010, o bar é especializado em tapas brasileiras. Serve mini wrap de beiju, risotinho de rabada, mini risoto de feijão-de-corda e queijo coalho, além de petiscos mais tradicionais, como pastel de moqueca e bolinho de feijoada.     



Horário de Funcionamento: Ter a dom, das 19h à meia-noite
Acesso para deficiente: Sim.
Estacionamento: Sim.
Manobrista: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Cartão de crédito: Sim.



Miniatura São Vicente CalçadaAvenida Borges de Medeiros, 1.426 Lagoa Rio de Janeiro - RJ

21  2512-9419  


Divulgação São Vicente Calçada


Divulgação São Vicente Calçada


Divulgação São Vicente Calçada




Mostrar mapa ampliado

Marcadores: , , , , , , ,

quarta-feira, outubro 13, 2010

São Vicente

São Vicente:

O restaurante, dividido em diversos ambientes, foi inaugurado em 2010 onde antes funcionava o Gattopardo. No cardápio, a ideia é criar pratos irreverentes, aliando o sabor de ingredientes brasileiros a toques contemporâneos. Entre as sugestões da casa estão o cordeiro com risoto de hortelã (medalhões de pernil de cordeiro cozidos em baixa temperatura ao roti de melaço com risoto de hortelã e ervilha) e o mignon ao Porto (um filé mignon ao jus de vinho do Porto com batatinhas, cogumelos salteados, croutons de bacon e echalotes carameladas).

NO VÍDEO EXCLUSIVO, Luciana Fróes apresenta o novíssimo restaurante.



Horário de Funcionamento: De terça a domingo, das 19h à 1h
Manobrista: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Acesso para deficiente: Sim.
Reserva: Sim.



Miniatura São VicenteAvenida Borges de Medeiros, 1.426 Lagoa Rio de Janeiro - RJ

21  2512-9419  


Divulgação São Vicente


Divulgação São Vicente


Divulgação São Vicente




Mostrar mapa ampliado



Entrar no São Vicente — recém-aberto no lugar onde durante anos funcionou o Gattopardo, na Lagoa — é impactante, especialmente à noite: pelo espaçoso salão principal estão nada menos do que 450 velas de diferentes tamanhos e nuances de branco. É bonito. Além disso, tem as mesas grandes e afastadas umas das outras, o que só reforça o climão gostoso de ficar ali. Muitas casas abriram nos últimos meses no Rio (que bom, que ótimo!), mas nenhuma do porte do São Vicente.

É um espaço de 1.400 metros quadrados em plena Lagoa. O projeto do arquiteto Ricardo Campos é certeiro: varanda coberta na entrada (com bromélias pelas paredes e ...velas!), um lounge bacana, o restaurante, um bar e uma  boate. É, na verdade, um complexo gastronômico, todo nas mãos do chef Daniel Pinho, que não me pareceu achar  complicado criar pratos para cada um desses ambientes.

Daniel, com quase duas décadas de estrada (começou no Sagrada Família com o pai, Paulo Pinho), é experiente. Seu parceiro Ricardo Abla, apesar de jovem, também: foi chef do Zazá Bistrõ por um bom tempo. A dobradinha deu liga: o São Vicente é um apanhado de petiscos e pratos bem-sucedidos. Difícil não se animar com o que o cardápio sugere.

Fizemos um mix de entradinhas: harumaki com confit de pato e chutney de manga (R$ 17), croquete da casa (à la alemão, mas muito melhor, R$ 15) e pastel de moqueca de frutos do mar (R$ 17). Só então partimos para os principais. Por sugestão do chef, pedi o cordeiro com risoto de hortelã (R$ 58), que me soou interessante. E era: medalhões de pernil de cordeiro (eu não conhecia nesse corte), com um molho docinho reduzido servido com um risoto de hortelã e ervilha. Minha amiga provou o bobó de batata-baroa e camarões, farofa de panko, dendê e couve crocante (R$ 48) e fechou com o petit gateau (R$ 19) de chocolate branco com limão-siciliano e sorvete de frutas vermelhas.

Saí dali feliz da vida e com o firme propósito de encher a minha casa de velas. Só faltam 445.



Marcadores: , , , , , ,

terça-feira, outubro 12, 2010

Belmonte - Jardim Botânico

Belmonte - Jardim Botânico:

Desde que foi inaugurada primeira casa, em 2002, no Flamengo, o Belmonte tem se multiplicado pela cidade e inspirado novas redes de botecos arrumadinhos. As empadas abertas continuam sendo o grande chamariz da casa: são cinco opções; a mais popular é a de camarão com catupiry. Os pasteis também fazem sucesso, em sabores variados, além dos tradicionais petiscos de bar, como os bolinhos de bacalhau. A casa tem ainda pratos de carnes, aves e frutos do mar, como o risoto de camarão ou o bife de chorizo à Oswaldo Aranha, além de uma seleção variada de cachaças. 



Tipo de bar: Bar
Horário de Funcionamento: De domingo a quinta, das 9h às 3h; sexta e sábado, das 9h às 5h
Aceita cheque: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Delivery: Sim.
Reserva: Sim.



Miniatura Belmonte - Jardim BotânicoRua Jardim Botânico, 617 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ

21  2239-1649 21  2239-4507


Divulgação Belmonte - Jardim Botânico


Simone Marinho Belmonte - Jardim Botânico




Mostrar mapa ampliado

Marcadores: , , , , , ,

segunda-feira, outubro 04, 2010

Mamma Jamma

Mamma Jamma:

Aberta em 2009, a pizzaria gourmet  se define como o resultado de uma cozinha de base italiana com toques franceses e portugueses. Entre os sabores do cardápio estão a pepe marmellata, de geléia de pimenta com lâminas de queijo Brie derretidas, e a shiitake inteiro à Provance, preparada com shiitakes inteiros assados no forno à lenha com azeite grego e ervas da Provance, acompanhada de crostata de azeite. Há ainda opções como a doce deleite, feita com doce de leite argentino, gotas de chocolate belga e lâminas de amêndoas. As pizzas chegam à mesa cortadas em fatias finas, para facilitar a vida de quem quer degustá-las com as mãos.



Horário de Funcionamento: De segunda a sábado, das 18h à meia-noite e meia; domingo, das 17h à meia-noite e meia
Manobrista: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Tipo de restaurante: Pizzas



Miniatura Mamma JammaRua Saturnino de Brito, 50 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ
http://www.mammajamma.com.br
21  3875-1223  
Mamma Jamma thumbs


Divulgação Mamma Jamma


Divulgação Mamma Jamma




Mostrar mapa ampliado



Mamma Jamma. Uma leva de pizzarias abriu ou está por abrir na cidade. E não apenas elas: vêm por aí novas kebaberias, foccacerias, galeterias, kombos e bentôs. Carioca adora uma onda e estas são as da vez. Fui conhecer a Mamma Jamma, pizzaria que saiu na frente e já anda de casa cheia. Instalou-se no lugar do antigo Saturnino, bar que tinha uma árvore dentro, no Jardim Botânico. E que era bastante barulhento. O Mamma manteve a árvore. E continua bastante barulhento. No mais, nada de um remete ao outro. Por trás das fornadas das pizzas está uma equipe egressa da paulista A Tal da Pizza, que, mais do que em Sampa, fez sucesso mesmo em Brasília. Era a pizza preferida de nossos congressistas. E de pizza essa turma entende como ninguém... Já teve filial no Rio, mas tão looonge que poucos conheceram. Fechou logo. As fornadas da casa são diferentes. Nada de selos D.O.C. e do exageradíssimo D.O.C.G. (Denominação de Origem Controlada e Garantida, quem aguenta?). A massa é gostosa (passa de três a cinco dias fermentando), mas tipo massuda. Chega à mesa sobre uma pedra de granito e já cortada em fatias finas, para a gente comer com a mão. Curtição. Contei 16 pedaços, o que deu perfeitamente para três. A casa tem uma bancada de antepastos gostosos e uma seleção surpreendente de extravirgens: 30, contados nos dedos (limpinhos). Pedimos a Mamma Jamma (queijo curado e Grana Padano com linguiça calabresa, R$48,90) e a de berinjela desidratada com mozarela curada, tomate assado, manjericão, pesto e Grana Padano (R$43). Fechamos com a Gran Finale, que foi assim descrita pela nossa atendente: "camadas de açúcar com canela da Índia, incontáveis rodelas finíssimas de banana caramelizadas no forno e um orvalho de rum cubano envelhecido" (R$25). Incontáveis rodelas de banana? Orvalho de rum? O gran finale foi o melhor da noite. (Crítica publicada em 27 Novembro 2009)





Mamma Jamma - http://www.mammajamma.com.br

Marcadores: , , , , , , ,

quarta-feira, setembro 29, 2010

Oro

Oro:

Sob o comando do premiado chef Felipe Bronze, o restaurante serve comida brasileira e contemporânea. O uso de ingredientes de pequenos produtores e de insumos orgânicos é uma das marcas da casa, que produz também pães e sorvetes artesanais.

Caracterizado pelo uso de materiais brutos com texturas naturais - como madeira crua e tijolo artesanal sem verniz - o projeto arquitetônico é do arquiteto Miguel Pinto Guimarães e a iluminação, de Maneco Quinderé.

NO VÍDEO, a sommelière Cecilia Aldaz mostra como saborear os vinhos da América do Sul



Horário de Funcionamento: De segunda a quinta-feira, das 19h30m à meia-noite; sexta e sábado, das 19h30 à meia-noite e meia; domingo, das 13h às 18h.
Aceita cheque: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Cartão de crédito: Sim.
Manobrista: Sim.
Tipo de restaurante: Contemporâneo, Brasileiro



Miniatura OroRua Frei Leandro, 20 Jardim Botânico Rio de Janeiro - RJ

21  2266-7591  


Divulgação Oro


Tomás Rangel Oro




Mostrar mapa ampliado



Depois da experiência no melhor restaurante do mundo, o Noma, em Copenhague — onde comi mexilhões de 35 anos, provei espuma de leite seca e fritei um ovo na mesa —, andava meio reticente de encarar outra rodada do gênero. Puxei o saldão do ano e achei que estava de bom tamanho a minha cota experimental de 2010. E no Oro, do chef Felipe Bronze, as fortes emoções à mesa eram pule de dez. Resisti o quanto deu.

E não deu muito. Afinal, difícil (e displicente da minha parte) seria ignorar uma casa como o Oro, um belo espaço projetado por Miguel Pinto Guimarães, com um timaço no salão (o experiente Raul De Lamare e a sommelière argentina Cecília Aldoz, ex-eñe, ambos elegantíssimos) e com Bronze de volta aos holofotes. Daí, fui jantar sem reservas, numa noite mixuruca, e me deparei com a casa lotada. Quase sobrei.

Pedimos o serviço de dez pratos (R$ 155), que começou pela tempura de ovo de codorna com ar de trufas, seguida de tartare de salmão defumado a frio com manga e “ovas” de tangerina e profiteroles de queijo com licuri (castanha brasileira) caramelado. Todos servidos em porções pequenas, que chegaram como embrulhadas para o Natal.

O duo de foie gras veio em seguida: um com maracujá e granola crocante e outro com açaí salgado, banana confit e farofa gelada de foie gras. Inédito. Depois, “mar”: cavaquinha com baru (castanha do Centro-Oeste) e espuma de coco; lagostins com purê frio de pistache, pupunha e alcachofra frita por cima.

Por mim, parava por aqui (sabe quando você percebe que seu estômago está feliz da vida?), mas ainda rolou tartare de mignon com gema de parmesão e fumaça de churrasco; rabada confit em baixa temperatura; costela de boi 36 horas servida com espuma de leite de castanhas e trufas, e a rodada de sobremesas em torno de um tema só: chocolate. E fumaça de hidrogênio (que vi no El Bulli há tempos). Mas fez o seu papel. Nosso jantar no Oro foi um espetáculo e tanto.



Marcadores: , , , ,

domingo, julho 18, 2010

Escola do Pão

Escola do Pão:

A fama do café da manhã das chefs Clécia e Elen Casagrande é tamanha que não é aconselhável chegar à Escola do Pão, na Lagoa, em um fim de semana, sem antes ter feito reserva. O motivo são os inúmeros quitutes de fabricação caseira, criados pela dupla de mãe e filha, como geleias, iogurtes, pães, sanduíches, bolos, biscoitos, waffles e sagu. O atendimento é supervisionado pelas chefs, que fazem questão de circular pelo salão para receber os clientes.

De terça a sábado, a casa abre durante o dia para a venda de pães. À noite, a cozinha recebe inspiração francesa, o que faz com que a Escola do Pão se transforme em um bistrô.

NO VÍDEO, Clécia Casagrande ensina a fazer a calça virada.



Tipo de restaurante: Café, Francês
Horário de Funcionamento: Bistrô: ter a sáb, das 17h à meia-noite; Café da manhã: sáb e dom, das 9h às 13h; Venda de pães: ter a sáb, das 9h à meia-noite; e dom, das 9h às 13h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Aceita cheque: Sim.
Reserva: Sim.



Miniatura Escola do PãoRua General Garzon, 10 Lagoa Rio de Janeiro - RJ
http://escoladopao.com.br/
21  2294-0027 21  3205-7275
Escola do Pão thumbs


Berg Silva Escola do Pão


Divulgação Escola do Pão




Mostrar mapa ampliado



Escola do Pão - http://escoladopao.com.br

Marcadores: , , , ,