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quinta-feira, julho 21, 2011

Via Sete - Ipanema

Via Sete - Ipanema:

Um dos precursores dos sanduíches tipo wrap, primo-irmão dos enrolados de alga que passaram a ser tendência no Rio, o Via Sete tem estes petiscos como carro-chefe. Outras opções são carne, peixe e frango grelhados, servidos com saladas. O cardápio das lojas de Ipanema e do Centro prioriza alimentos orgânicos. O prato feito com carne de boi orgânica, do Pantanal, é uma das sugestões da casa, que foi inaugurada em 2001.

A decoração mescla madeira e aço, conferindo rusticidade e modernidade ao local, que dispõe de amplas varandas. Em 2007, o restaurante tornou-se o primeiro posto na cidade da WWF, ONG dedicada à conservação da natureza. A cada mês, cerca de 60 litros de óleo usado no restaurante são doados à cooperativa “Missões Rio Óleo”, que transforma o produto em sabão.



Horário de Funcionamento: De domingo a quarta-feira, de meio-dia à meia-noite; de quinta a sábado, de meio-dia à 1h
Tipo de restaurante: Variado
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Manobrista: SIM, SIM



Rua Garcia D'Ávila, 125 Ipanema Rio de Janeiro - RJ
http://www.viasete.com.br
21  2512-8100  
Via Sete - Ipanema thumbs


Divulgação Via Sete - Ipanema


Divulgação Via Sete - Ipanema



O que mais me chama a atenção no Via Sete, casa que lançou a moda dos wraps —- aqueles enrolados de massa fininha, que já foram febre por aqui — é o fôlego que o espaço tem. Wrap já era, mas o Via Sete continua sendo. Ao longo de sete anos, foi mudando, mudando, mudando... Hoje, não é, isoladamente, bistrô, café, lanchonete ou fast food. Mas pode ser qualquer um deles. Não tem cozinha italiana, americana, francesa ou americana, apesar de oferecer pratos de todas elas. Faz um estilo ipanemense, uma combinação de (quase) tudo que é bacana e que está na moda — não à toa, o ator Jude Law andou por lá recentemente.

A sopa de melancia é uma das tais coisas bacanas: servida geladinha, traz pedaços de carne de siri e sabor deliciosamente picante (R$14). Um achado que só se toma ali. Ah, e para quem ainda não "antenou", melancia é a fruta da moda, cheia de cores e predicados mil. Além do mais, o Via Sete só usa orgânicos, carnes com selo da WWF e recicla óleo, latas, vidros... Faltou algo?

Wrap mesmo, há pouquíssimos em cartaz, como o de niçoise, adaptação da salada provençal: traz atum fresco grelhado, vagens, cubos de batata cozida, tomate, ovo cozido, cebola roxa e alici (R$34). A massa das bolinhas de siri é feita com batata-baroa (o que muda tudo) e traz molho aiöli com páprica (R$24). O fish and chips à brasileira (para os muitos gringos se sentirem em casa) combina manjubinha com aipim e chega em cones de papel com molho de limão siciliano (R$27). O mesmo limão vai aparecer no carpaccio de carne orgânica (elementar) salpicado de lascas de siciliano em conserva (R$40).

Todos os pratos são fartos. No caso das saladas crocante com tahini (R$20) e de folhas com lulas e creme azedo (R$31), paramos no meio. Eram enormes. Mas as apostas dali são os grelhados, as caipirinhas e os drinques de toda sorte. Fico com qualquer mesa do lado de fora, os pratos levinhos e o frozen de morango e amora (R$6,50). É pós-praia como poucos. Caso deste hífen também.





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Via Sete - Centro

Via Sete - Centro:

Um  dos precursores dos sanduíches tipo wrap, primo-irmão dos enrolados de alga que passaram a ser tendência no Rio, o Via Sete tem estes petiscos como carro-chefe. Outras opções são carne, peixe e frango grelhados, servidos com saladas. O cardápio das lojas de Ipanema e do Centro prioriza alimentos orgânicos. O prato feito com carne de boi orgânica, do Pantanal, é uma das sugestões da casa, que foi inaugurada em 2001.

A decoração mescla madeira e aço, conferindo rusticidade e modernidade ao local, que dispõe de amplas varandas. Em 2007, o restaurante tornou-se o primeiro posto na cidade da WWF, ONG dedicada à conservação da natureza. A cada mês, cerca de 60 litros de óleo usado no restaurante são doados à cooperativa “Missões Rio Óleo”, que transforma o produto em sabão.  



Tipo de restaurante: Variado
Horário de Funcionamento: Seg a sex, do meio-dia às 16h
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.



Miniatura Via Sete - CentroRua Sete de Setembro, 43 Centro Rio de Janeiro - RJ
http://www.viasete.com.br
21  2221-8020  
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Divulgação Via Sete - Centro


Divulgação Via Sete - Centro




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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Via Sete - Leblon

Via Sete - Leblon:

Depois do Centro e de Ipanema, o Via Sete abre uma loja no Leblon. Assim como nas demais, o projeto do ambiente é da arquiteta Bel Lobo. Além de oferecer almoço e jantar à la carte, a filial tem menu com pequenas porções de petiscos e drinques, a partir das 23h. Entre os tira-gostos estão os croquetes de vitela com cogumelos secos e alho-poró, servidos com molho de páprica e tomilho, e o carpaccio de filé mignon grelhado na crosta de alecrim e pimenta-rosa com azeite, parmesão, rúcula e limão siciliano em conserva.

A casa serve drinques em jarras de 500ml, além dos unitários.  



Horário de Funcionamento: Dom a quar, do meio-dia à meia-noite; qui, sex e sáb, a partir do meio-dia
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Acesso para deficiente: Sim.
Espaço para fumantes: Sim.
Tipo de restaurante: Variado



Miniatura Via Sete - LeblonRua Ataulfo de Paiva, 1.240 Leblon Rio de Janeiro - RJ

21  2529-2253  


Divulgação Via Sete - Leblon


Divulgação Via Sete - Leblon


Divulgação Via Sete - Leblon




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Passei outro dia pela porta do Via Sete do Leblon, no local onde ficava a loja do Aquim. “Hummmm... Bonito... Tem varanda... Cara de bar...”. Poisé, minha intuição estava correta: pouco tempo depois, fui informado que a casa tem um perfil lounge, com menu de pequenas porções depois das 23h e música mais animadinha. Segunda passada fui lá, com um amigo, investigar.

Chegamos cedo e famintos. Abrimos com a cesta de pastéis (dois de camarão, dois de queijo e dois de frango)acompanhada por salsa vermelha e aïoli, a R$ 18. Quentíssimos, crocantes, sequinhos. Um clichê gastronômico, de se comer rezando.

O excelente começo nos levou a chutar o pau da barraca. Pedimos o hambúrguer Forrest Gump (picanha, cogumelos grelhados e molho funghi, a R$ 38). Como a ideia era nos esbaldar, incluímos queijo suíço e escolhemos batatas fritas como acompanhamento. Para beber, drinques na faixa dos R$ 20 e poucos. (O melhor é que, diferentemente de bares que servem microdrinques pelos mesmos preços, afetando uma pseudoelegância, esses são de bom tamanho. E deliciosos, claro.)

Meu amigo achou meio caro. Bobagem: é o Leblon, fazer o quê? Tem mais: o atendimento é atencioso, a luz é suave, a música bacana toca na altura exata e o projeto arquitetônico é lindo. Outra: estava tudo tão bom que dispensamos o Omeprazol. A noite estendeu-se por mais tempo do que seria decente num começo de semana. Mas valeu cada minuto. E cada centavo.



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segunda-feira, dezembro 07, 2009

Confeitaria Manon - Sete de Setembro

Confeitaria Manon - Sete de Setembro:

A flial da Rua Sete de Setembro, aberta em 2008, fica num prédio histórico que já abrigou a Casa Cavé. Assim como a matriz, na Rua do Ouvidor, é conhecida pelos doces, que são o ponto alto do cardápio. A casa oferece variedade de pães doces – entre eles o famoso madrilenho, com creme, açúcar de confeiteiro e um toque de goiabada - e cerca de 20 sabores de torta. No menu há oferta de sanduíches e salgados.

A casa possui um restaurante com sistema de bufê a peso.


 



Horário de Funcionamento: Seg a sex, das 7h às 21h; sáb, das 8h às 16h
Tipo de restaurante: Doces
Cartão de crédito: Sim.
Cartão de débito: Sim.
Delivery: Sim.



Miniatura Confeitaria Manon - Sete de SetembroRua Sete de Setembro, 133 Centro Rio de Janeiro - RJ
http://www.confeitariamanon.com.br
21  2508-9360  
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Luciana Fróes Confeitaria Manon - Sete de Setembro


Michel Filho Confeitaria Manon - Sete de Setembro


Michel Filho Confeitaria Manon - Sete de Setembro


Berg Silva Confeitaria Manon - Sete de Setembro


Maria Elisa Franco Confeitaria Manon - Sete de Setembro




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Nunca tinha ido à Confeitaria Manon, que funciona desde 1942, até a semana passada. Estive ali não pelos dotes culinários da casa, mas pela nova filial, instalada na loja art nouveau da Sete de Setembro onde, durante décadas, funcionou a Cavé — essa sim, confeitaria que freqüentei com os meus avós quando era criança. "Quem vem de lá lê, que vem de cá vê", diziam, em coro. Adorava.

Pois bem, o prédio, que é uma jóia de 1860, andava em péssimo estado, abandonado, decadente, ruindo... Foi quando os donos da Manon entraram em cena: providenciaram e bancaram a restauração do imóvel (bravo, bravíssimo!), que voltou a reluzir. É emocionante hoje entrar ali (mesmo para quem nunca esteve lá) e conferir o colorido dos vitrais, o piso, os lustres e as simpáticas plaquinhas nas mesas, com nomes de clientes ilustres (da Cavé, não da Manon). Sentei na da Chiquinha Gonzaga, a "primeira chorona" do país.

A antiga razão social da casa ainda está pelo salão (o Patrimônio Histórico não deixou apagar) e só mesmo quando o cardápio me foi entregue (de plástico feioso) é que me dei conta de que estava em outras mãos. De um lado, fica o simpático café da casa, com mesinhas e vitrines com doces (caprichados) e salgados (assustadores). Do outro, o salão principal, com mesas de época, espelhos de cristal e um cardápio de dar dó. Daí, entre ficar com o risoto de frango e um festival exótico, optei pelo salmão (com espinha e pele) acompanhado de pêras e bananas grelhadas (R$28,90), que voltou do jeito que chegou: inteirinho e boiando em gordura.

A torta de morango não atenuou a minha decepção, muito menos os petits fours, que caíram como pedra (portuguesa) no meu estômago. Depois da reforma, é hora de mexer na cozinha da Manon. Mãos à obra, urgente.





Confeitaria Manon - Sete de Setembro - http://www.confeitariamanon.com.br

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